Estudantes do Curso de TransFormação do Educador (CTFE) relatam as suas experiências no ano 2016:


Encontro Festivo de Colheita do Trabalho 2016


Da esquerda para a direita:
Deise, Roberta, Laura, Daniel, Michele, Margrethe, Heron, Patricia, Cristopher
Felipe, Luciano, Matheus


Primeiro ano:

Daniel Simas, 44 anos, professor de música:
O Curso que realizei no Espaço Vivo foi muito importante para complementar minha formação. Os estudos sobre a obra do Steiner, são bastante profundos e me ajudaram melhor a compreender a mim mesmo, e também como compreender melhor os alunos. As práticas de euritmia me ajudaram a exercer mais a consciência, colocando mais atenção e vida em todos os movimentos que realizamos.

Deise Pelicioli, 40 anos, enóloga especializada em agricultura biodinâmica:
O maior desafio do curso foi sinceramente olhar pra dentro de forma verdadeira e encarar de peito aberto tudo que estava dentro sem julgamento. Os estudos antroposoficos do livro Teosofia junto com as práticas de Euritmia sem dúvida elucidaram e permitiram este olhar mais profundo e transformador. O curso foi um divisor de águas, através dele abandonei quem eu julgava ser e conheci quem verdadeiramente sou. Esse curso transformou profundamente minha vida e segue transformando, pois entendo que a Antroposofia deve ser vivida no nosso cotidiano e não apenas durante as aulas.

Laura Bocco, 40 anos, mãe, tradutora e intérprete de português, espanhol e inglês, co-fundadora da Escola Candeia:
O curso foi muito especial para mim porque me permitiu VIVENCIAR e compreender melhor conceitos básicos da Antroposofia que, se não fosse assim, seriam conceitos teóricos sem tanto sentido. Além disso, me permitiu repensar elementos de minha vida cotidiana e ver como a Antroposofia se aplica na vida prática de cada um. Como um todo, reencontrei elementos importantes de minha vida que há tempo andavam esquecidos ou negligenciados, o que me deu nova vontade de viver no mundo e atuar nele! Isso sem mencionar, claro, que o estudo conjunto da Teosofia facilitou e enriqueceu muito sua compreensão! Acho que o curso é inestimável para qualquer pessoa que deseje caminhar pela Antroposofia ou pela Pedagogia Waldorf.

Luciano Leivas, 38 anos, pai, aeronauta, co-fundador da Escola Candeia:
O curso com estudo e euritmia me propiciou um entendimento mais amplo e integral do conteúdo da Teosofia. Notei que toda prática de euritmia permitiu um entendimento fluido, que seguiu além do entendimento intelectual/mental.
A euritmia permitiu aos meus corpos viverem (acessarem) a leitura dos conteúdos abordados na Teosofia.
Sem dúvida foi uma excelente e indescritível oportunidade de repleto aprendizado de quem somos nós, através de nós.
O que mudou minha vida desde então foi como eu me relaciono com o mundo.


Segundo ano:

Cristopher Bertoni, 36 anos, pai, mestre em design, estudante no Processo de Capacitação em Pedagogia Waldorf no RS, co-fundador da Escola Candeia:
A vivência do Curso de Transformação do Educador oferecida pela Margrethe no Espaço Vivo em Porto Alegre é realmente transformadora. Conhecer e estudar Antroposofia através da Euritmia e com a metodologia extremamente dinâmica, viva e prazerosa desenvolvida por ela faz a diferença no processo de autodesenvolvimento e de formação profissional (no meu caso como educador Waldorf). Nos dá a possibilidade de estudar e de viver a Antroposofia na prática, não só na teoria. Sou extremamente grato por tê-la como minha professora e guia no meu caminho de formação e transformação pessoal e profissional.

Patricia, 43 anos, mãe, Administradora de empresa:
O segundo ano do curso foi, das experiência que estou tendo com a Antroposifia e a Euritimia, o mais desafiador e também o que finalmente trouxe o despertar real onde eu fui a protagonista.Imaginem uma Administradora de empresa bem adaptada ao sistema materialista, a vida linear na cidade onde tudo se compra, onde a arte e a natureza são itens de livros ou museos e onde aparentemente temos recursos infinitos a disposição.No inicio do curso tive uma dificuldade imensa para entrar na proposta: iríamos nos conectar com a natureza através de poesias em movimento com a Euritmia. Eu estava dura, não conseguia soltar, perceber que é mais fácil e mais belo aprender com arte e que o mais importante era não usar o intelecto e sim todos os outros sentidos que estão sempre a disposição.Também tínhamos outro grande desafio com os trabalhos de leitura em casa, onde era preciso trabalhar a “vontade” e ler alguns parágrafos e depois reescrevê-los para então compartilhar em aula com os colegas. O nível de obstáculos que eu inventava para concluir essa tarefa era digno de filme de ficção.Enfim, passo a passo junto com os colegas e com a orientação e ajuda da Professora de Euritmia Margrethe, fui entrando na proposta e cheguei ao fim do ano sendo uma nova pessoa. Foram tantos despertares, a natureza passou a fazer parte de mim e da minha vida, a conexão com todos esses seres passou a ser real, a compreensão dos textos estudados começaram a chegar dia após dia como um presente das esferas.Pude perceber algo que a Professora Margrethe sempre fala, que o mundo espiritual está sempre a disposição para nos ajudar, basta nos colocarmos a caminho e mostrarmos nossa vontade, pedir a ajuda que ela chega através de insigths, de ideias e passamos a nos sentir amparados e abençoados.


Terceiro ano:

Heron, 40 anos, pai, fotógrafo:
Na época em que iniciei no Curso de Transformação do Educador eu lutava contra um diagnóstico de bipolar recebido na medicina convencional. Também me utilizava de alteradores de estados de consciência. E era pai pela primeira vez (atualmente sou um tri pai, além de um pai trilegal). No Espaço Vivo, como aluno da professora Margrethe, tive acesso a um estudo semanal e sistemático de livros fundamentais da Antroposofia movimentado pela Euritmia Artistica. Como o trabalho está alinhado com as estações do ano, reaprendi a me ligar com minha essencia divina. Dessa vez, sem aditivos e sem medo. Esse viver ritmado melhorou minha condição vital, a qual hoje quero dedicar a um novo caminho. Portanto, parto de uma carreira como fotógrafo de produtos e de moda, onde aprendi muito com a arritmia da indústria, e me abro agora ao Curso de Formação em Euritmia, a acontecer em 2018 no Brasil. Do passado, me despeço e agradeço. Com ele cheguei até aqui.
O que espero do futuro? Simplesmente que seja. Vivo.
E meu presente, sei que ele é um eterno vir a ser enquanto eu estiver a conjugar o verbo no gerúndio.
Heron, "fotografui", estudante em Euritmia e eterno aprendiz da vida.


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